Sobre o autor

Vamos lá… Primeiramente seja muito bem vindo (a) a este blog!

Saiba que é com muito respeito, carinho e atenção que o (a) acolho e o (a) recebo neste canal de comunicação, que tem como principal objetivo auxiliar e informar àqueles que sofrem e padecem de algum transtorno psíquico e mental, que torna os seus dias, atividades e relacionamentos aflitivos, angustiantes, “pesados” e sem esperança!

Antes de mais nada, quero te dizer: “Acredite em você e acredite que é possível vencer!”

Este blog “Na visão do paciente” como o próprio nome sugere, pode ser considerado e entendido como um manual informativo, um espaço para auto-relato, um “local” de reflexão, um ponto de parada para “recarregar as energias”, um start para a uma nova vida, um compilado de informações, experiências e vivências de uma pessoa que também já lutou, continua lutando e acredita que irá lutar até o fim de seus dias com pensamentos, sentimentos e comportamentos que entende nem sempre serem os mais desejados, prazerosos e corretos, mas que se enche de esperança, fé e caridade para continuar caminhando na busca pela melhor e mais ideal qualidade de vida possível, seja pessoal, profissional, nos relacionamentos e principalmente consigo mesmo.

Pois bem, meu nome é Caio, sou casado com a Tatiane, pai de uma menininha linda chamada Laura e, de um cãozinho Shih Tzu chamado Bidú extremamente parecido comigo (preguiçoso, guloso, meio atrapalhado, ansioso e carente pra caramba – risos) e, que me “adotou” desde a primeira vez que o vi, embora tenha sido um presente para a minha filha. Tenho 37 anos, sou formado em Gestão da Tecnologia da Informação, ramo em que atuo a cerca de 20 anos.

Já a mais de 15 anos sou diagnosticado com depressão, ansiedade generalizada e algumas fobias específicas, sendo que em alguns momentos as crises de pânico tomaram conta de mim. É… a vida não é fácil, mas quem disse que seria?

“Não há nada que desgaste mais o corpo do que a preocupação…” (Mahatma Gandhi)

Embora tenha dito que a cerca de 15 anos venho lutando com alguns transtornos e quadros psíquicos, acredito que se olhar um pouco mais para trás, posso perceber que desde a infância algumas situações, comportamentos, afetos e sentimentos já me apontavam para tudo isso que eu viria a vivenciar anos mais tarde. OK, mas e daí?

E daí que, entre várias visitas à psiquiatras, psicoterapeutas e alguns clínicos gerais (que sempre, dentro de suas possibilidades, conhecimento e experiência, foram muito atenciosos e generosos comigo), períodos de tratamento farmacológico, terapias, momentos de alegria e empolgação, momentos de tristeza e decepção, momentos de responsabilidade com o próprio tratamento, momentos de abandono do tratamento de forma totalmente irresponsável, conquistas pessoais e profissionais, derrotas, fracassos e solidão, os famosos altos e baixos da vida real e, para quem tem uma tendência ou predisposição a ansiedade patológica e/ou depressão, sabe que pequenas coisas se tornam grandes monstros a serem encarados, mas… com tudo isso e, se assim posso dizer, a partir disso, paralelamente ao mundo “sombrio” angustiante a aflitivo (solitário em meio a tanta gente boa) foi me despertando uma grande paixão pelo que posso chamar de “mundo do conhecimento psíquico humano”, com todo o seu “pacote” de informações sobre transtornos e quadro mentais, psicologia e psicoterapia, farmacologia, genética, psiquiatria, biologia, comportamentos, afetos, tratamentos alternativos, etc, etc, etc… e, acima de tudo, um grande interesse pela experiência da vida humana, em especial das experiências “mais complicadas” nesse campo psíquico/afetivo/comportamental.

E é justamente com esse intuito e disposição que resolvi criar esse blog, para expor aqui, grande parte daquilo que aprendi, tenho aprendido e irei continuar aprendendo (entendo que se passamos um dia sem aprender nada, esse dia foi perdido) sobre esse tema tão rico, tão importante e essencial para a sociedade e, para o indivíduo que sofre a solidão do transtorno de ansiedade, depressão, pânico, entre outros quadros psíquicos e cujo, infelizmente, esse assunto ainda é visto com tanto preconceito, desprezo e “ignorância”.

Portanto, três coisas já quero te dizer:

  • Você não está de frescura, não é fraco(a) e nem louco(a)!
  • Você não está sozinho(a) nessa!
  • É possível viver com qualidade de vida, basta descobrí-la!

Pois bem, como disse antes é com carinho que escrevo para você, para seus familiares e/ou pessoas interessadas nesse tema a partir da minha visão, “NA VISÃO DO PACIENTE”!

Se por acaso, em algum momento, você se sentir de alguma forma ofendido (a), desrespeitado (a), incompreendido (a), ou que as informações aqui expressas são irrelevantes, incorretas e/ou até mesmo prejudiciais, peço que simplesmente desconsidere, pois cada pessoas vive uma experiência totalmente individual e personalizada e, estas jamais serão minhas intenções e, acima de tudo, as opiniões e conteúdos aqui apresentados jamais terão como objetivo substituir a busca por um tratamento médico profissional efetivo e adequado.

Sempre que achar necessário, a minha recomendação e dica é que em primeiro lugar, busque um auxílio médico adequado, livre de preconceitos, medos, culpa e autocrítica.

Você é o (a) principal interessado (a) em viver da melhor forma possível a sua própria vida!

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